estudo revela caminhos para desenvolvimento econômico em MS

estudo revela caminhos para desenvolvimento econômico em MS

Estudo defende investimentos em cooperativismo, biocombustíveis e turismo sustentável na região

Enquanto alguns polos de Mato Grosso do Sul avançam com grandes investimentos e desenvolvimento rápido, outras regiões permanecem à margem, enfrentando limitações estruturais e sociais. Um estudo realizado por três pesquisadores analisou esse contraste e aponta alternativas para que o Vale do Ivinhema, no leste do Estado, alcance um desenvolvimento mais equilibrado e sustentável.

Uma pesquisa recente analisou o desenvolvimento desigual entre regiões de Mato Grosso do Sul, destacando o Vale do Ivinhema, que enfrenta limitações estruturais e sociais. O estudo sugere alternativas para promover um desenvolvimento equilibrado, porquê o fortalecimento de cadeias produtivas e a geração de um Conspiração Produtivo Lugar. Entre as propostas estão a valorização do turismo sustentável e a chegada da cooperativa Copagril, prevista para 2026, que pode transformar a economia lugar. O estudo também enfatiza a urgência de melhorias em infraestrutura e governança, além de investimentos em capacitação e conectividade, para prometer um desenvolvimento inclusivo na região.

A pesquisa, publicada na revista científica Multidisciplinar do Nordestino Mineiro, mostra que a indústria de celulose transformou cidades porquê Três Lagoas em motores da economia estadual. Desde 2015, o setor atraiu mais de R$ 20 bilhões em investimentos, fez o município responder por 12% do PIB (Resultado Interno Bruto) de Mato Grosso do Sul, gerou murado de 15 milénio empregos e impulsionou o desenvolvimento populacional em quase 30% entre 2010 e 2020.O progresso também estimulou novos negócios, de hotéis a restaurantes, além de fortalecer o transacção e os serviços.

No sentido oposto, o Vale do Ivinhema, formado por dez municípios, entre eles Novidade Andradina, Ivinhema, Anaurilândia e Bataguassu, enfrenta dificuldades para escoltar o ritmo. Apesar da variedade produtiva, que inclui lavradio familiar, pecuária, agroindústrias e cultivo de grãos, metade das cidades tem menos de 11 milénio habitantes e apresenta PIB modesto.

O PIB per capita lugar, segundo o Sebrae (2024), é de R$ 22 milénio, menos da metade da registrada em Três Lagoas, que chega a R$ 55 milénio.

Alternativas – De entendimento com um dos autores do estudo, Wagner Martins Garcia, doutorando em Desenvolvimento Lugar, a disparidade revela a urgência de um padrão próprio de desenvolvimento para o Vale, aproveitando o potencial agrícola, turístico e agroindustrial.

Entre as sugestões está o fortalecimento de cadeias já existentes, porquê as usinas de biocombustíveis em Novidade Andradina e Ivinhema, que geram empregos e movimentam o transacção lugar.

A chegada da cooperativa Copagril, prevista para 2026, também é apontada porquê fator capaz de transformar o cenário econômico. Segundo Garcia, o padrão cooperativista pode casar valor à produção regional de grãos, laticínios e músculos, além de oferecer assistência técnica, entrada a tecnologias e melhores condições de comercialização para pequenos e médios produtores.

Pesquisa aponta caminhos para impulsionar o desenvolvimento do Vale do Ivinhema
Ivinhema é um dos municípios que fazem segmento do Vale. (Foto: Gov.Br)

Turismo e identidade – Outra aposta é a geração de um APL (Conspiração Produtivo Lugar), reunindo produtores, agroindústrias e prestadores de serviços nas cadeias de grãos, pecuária leiteira e derivados, além do turismo sustentável.

A proposta inclui formar um rodeio turístico integrado, com ecoturismo, gastronomia regional e artesanato, capaz de variar a economia e valorizar a identidade cultural do Vale do Ivinhema.

Infraestrutura – Garcia destaca que o estudo será apresentado à Semadesc (Secretaria de Estado de Meio Envolvente, Desenvolvimento, Ciência, Tecnologia e Inovação), pois, conforme o estudo, a realização do projecto depende de melhorias em infraestrutura e governança.

Entre outros aspectos considerados fundamentais para solidificar um desenvolvimento inclusivo no Vale do Ivinhema estão: investimentos em rodovias, conectividade do dedo e capacitação profissional, aliados a políticas públicas consistentes e à fala entre governo, iniciativa privada e sociedade social,

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