No pé sujo – Unha e mesocarpo com o ex-prefeito Marquinhos Trad, Antônio Carlos Lacerda agora aproveita a vida cantando em botecos da periferia para apresentar sua composições. O ex-secretário municipal de Governo e Relações Institucionais de Campo Grande postou vídeo de uma dessas investidas, com recta a gente dançando, cambaleando e até dormindo em mesa de bar. Na música, apaixonada, Lacerda canta “Saiba, eu já fiz meu testamento e me coloquei lá dentro, todinho pra você”.
Adeus fixo – A partir desta semana, os telefones fixos da Prefeitura de Campo Grande não podem mais ser usados para chamadas a celulares. A decisão foi comunicada em ofício enviado no início de setembro pela Agetec (Filial Municipal de Tecnologia da Informação e Inovação) e pela Semadi (Secretaria Municipal de Gestão e Inovação). A medida entrou em vigor na segunda-feira (15) e pegou servidores de surpresa.
Bloqueadas – O Campo Grande News teve chegada ao documento que embasa a mudança. Nele, a Prefeitura cita decreto publicado em março deste ano, que estabeleceu um pacote de contingenciamento para reduzir despesas e otimizar gastos públicos. Desde portanto, ligações de fixo para celular só são permitidas em casos excepcionais, mediante justificativa formal encaminhada à Agetec.
Término de uma era – Em evento nesta quarta-feira (17), a prefeita Adriane Lopes afirmou que a restrição também simboliza modernização na gestão. Segundo ela, é cada vez mais vasqueiro o uso de telefone fixo no dia a dia, já que as secretarias contam com celulares funcionais para notícia. A prefeita, no entanto, não detalhou quanto será economizado com a mudança nem o número de linhas desativadas.
Sem problemas – Em nota enviada por e-mail, a Prefeitura assegurou que a restrição não vai prejudicar os serviços essenciais. A gestão destacou que muitas unidades já operam com celulares corporativos conectados à internet e aplicativos de mensagem. Em situações extraordinárias, será verosímil pedir autorização à Agetec para liberar chamadas de fixo para celular.
Sem previsão – Dissemelhante dos servidores estaduais, os servidores municipais de Campo Grande não têm previsão de receber avanço do 13º salário em setembro. Ao Campo Grande News, a prefeita Adriane Lopes (PP) afirmou que “não tem previsão” de data para o pagamento, mas garantiu que a verba “está no planejamento da equipe financeira”. Segundo ela, o salário dos servidores “tem sido prioridade” em sua gestão.
PEC da Impunidade – A aprovação da chamada PEC da Blindagem não pegou muito nem entre os parlamentares sul-mato-grossenses. Na sessão desta quarta-feira, deputados estaduais se manifestaram com indignação e classificaram a decisão da Câmara Federalista uma vez que um paradoxal. Júnior Mochi (MDB), Pedro Kemp (PT) e Gleice Jane (PT) criticaram duramente a postura dos deputados federais e disseram apostar no bom tino do Senado, que agora passa a averiguar a proposta.
Jantarzinho – A ONG Onçafari, criada no Pantanal de Mato Grosso do Sul em 2011, vai promover no dia 6 de outubro um jantar beneficente no Hotel Unique, em São Paulo. A entidade nasceu na região de Aquidauana e Miranda com o objetivo de preservar a onça-pintada por meio do turismo de safári fotográfico, mas hoje atua também no Denso, Amazônia e Mata Atlântica.
De chef – O evento terá menu assinado pelo chef Emmanuel Bassoleil e show da atriz Mel Lisboa cantando Rita Lee. A noite ainda inclui apresentações da cantora Bárbara Ohana e do DJ Thiago Gusman, além de um leilão beneficente e da exposição “Chuva Pantanal Queima”, com imagens do Pantanal feitas por Lalo de Almeida e Luciano Candisani.
Com moral – A desembargadora Jaceguara Dantas da Silva, do Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul, foi indicada pelo STF para integrar o CNJ (Recomendação Pátrio de Justiça) na vaga destinada a desembargadores de Tribunais Estaduais. A nomeação ainda depende de aprovação no Senado Federalista, passando por sabatina na Percentagem de Constituição e Justiça e, depois, por votação no Plenário, onde precisa obter maioria absoluta dos votos.
Representatividade – Mulher negra e de origem indígena, a desembargadora Jaceguara Dantas da Silva construiu uma curso marcada pela resguardo de grupos vulneráveis. Rabino e doutora em Recta Constitucional pela PUC/SP, já atuou uma vez que advogada, promotora e procuradora de justiça, ingressando no Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul pelo quinto constitucional talhado ao Ministério Público. Atualmente, preside a 5ª Câmara Cível, integra a 4ª Seção Cível, coordena a espaço de enfrentamento à violência doméstica e participa da Percentagem Recursal de Heteroidentificação do Judiciário estadual.




























