Acabou a sarau – Agora, para gerar novidade data comemorativa em Campo Grande não vai satisfazer a boa vontade de vereador em deleitar a base eleitoral. A prefeita Adriane Lopes sancionou lei que exige “subida significação” para a cidade e, de quebra, consulta pública com recta a audiência, ata e divulgação solene.
Tem de provar – Na prática, qualquer projeto para inventar dia disso ou daquilo terá de vir escoltado de prova de que a população foi ouvida. Só escapam da burocracia as datas já previstas em lei federalista ou estadual. A justificativa é dar mais seriedade e representatividade ao calendário solene, evitando que ele seja inflado por iniciativas individuais de vereadores sem respaldo social.
Virou tarifa – Posteriormente a Prefeitura de Campo Grande proibir o uso de celulares pessoais em ligações institucionais, o vereador Maicon Nogueira (PP) pediu que a regra não seja aplicada aos Conselhos Tutelares. Para ele, a restrição inviabilizaria o contato com pais, escolas, hospitais e outras instituições, prejudicando o atendimento de ocorrências e diligências essenciais à garantia dos direitos de crianças e adolescentes.
Cambalhota – A notícia solene da Câmara de Vereadores mudou. Nas redes sociais, saiu o tom sisudo e entrou o escrachado, com recta a meme de jegue e apresentador dando cambalhota, tudo para aproximar o vereador de Campo Grande do votante.
Segurança individual – Depois do investimento de milhões na compra de novas Blazers, a Sejusp (Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública) agora contratou duas empresas para o fornecimento de escudos balísticos. O gasto é de quase R$ 200 milénio e o contrato tem validade de um ano.
Contra a PEC – Movimentos sociais e sindicatos vão realizar um protesto contra a chamada PEC (Proposta de Emenda à Constituição) 3/21, apelidada de “PEC da Blindagem”, que amplia o mensalidade privilegiado, restringe processos criminais contra parlamentares e acrescenta voto secreto às decisões. A sintoma está marcada para domingo, dia 21, às 8h, na Avenida 14 de Julho com a Afonso Pena, próximo à Terreiro Ary Coelho, no meio de Campo Grande.
Matando saudade – O banco de imagens da Câmara dos Deputados registrou, ontem (18), a solenidade em homenagem ao Dia do Ortopedista. Entre os clicados estava o ex-ministro da Saúde Luiz Henrique Mandetta, que recebeu homenagem e apareceu sorridente nas fotos oficiais. Aproveitou a ocasião para “matar a saudade” da Moradia onde já foi deputado federalista, já que hoje anda distante do mundo político.
À disposição – Ex-deputado federalista e ex-ministro da Secretaria de Governo no governo Temer, Carlos Marun não descarta ser o nome do MDB ao Senado por Mato Grosso do Sul nas eleições de 2026. Durante a convenção estadual do partido, nesta sexta-feira (19), em Campo Grande, ele disse que toparia a disputa mesmo reconhecendo as dificuldades de voltar à cena eleitoral. “Uma campanha dessa até me agradaria. Mesmo para lucrar ou perder, eu não tenho pânico disso. Porque eu acho que o partido tem que passar uma mensagem. Uma mensagem recente, onde nós respeitamos os extremos, mas não somos obrigados a seguir”, declarou Marun.
Sem paciência – Questionado sobre um eventual retorno à Câmara Federalista, já que seu nome foi cogitado, Marun afirmou não ter interesse e disse que a Moradia não o agrada mais. Ele foi deputado federalista por Mato Grosso do Sul entre 2015 e 2019. “Virou um troço tão inóspito, que eu já estou vendo para permanecer batendo boca com aquela gurizada”, completou.
Senado – Mesmo interessado na vaga, Marun apontou Simone Tebet porquê candidata oriundo do MDB ao Senado, mas admitiu que o caminho no Estado é complicado. Segundo ele, o eleitorado sul-mato-grossense é “muito bolsonarista”, o que cria barreiras para a ministra do Planejamento, ligada ao governo Lula. “É oriundo que ela vá ali [São Paulo], haja vista que se transformou num nome pátrio”, avaliou.




























