acordo com bloco europeu abre novo mercado para exportações de MS

acordo com bloco europeu abre novo mercado para exportações de MS

Setor produtivo do Estado prevê expansão em músculos, celulose, soja e etanol com pacto europeu

Cerimônia de assinatura do Congraçamento de Livre Transacção MERCOSUL-EFTA (Júlio César Silva/MDIC )

Depois das perdas com o tarifaço dos Estados Unidos, o setor exportador celebra nesta terça-feira (16) a assinatura do Congraçamento de Livre Transacção entre o Mercosul e a Associação Europeia de Livre Transacção (EFTA), conjunto que reúne Suíça, Noruega, Islândia e Liechtenstein – depois 10 anos de negociação.

O harmonia de livre negócio entre Mercosul e a Associação Europeia de Livre Transacção (EFTA) foi assinado depois 10 anos de negociação, beneficiando diretamente as exportações de Mato Grosso do Sul. O tratado prevê a eliminação de tarifas em quase todas as linhas comerciais, garantindo aproximação inopino de 99% das exportações brasileiras aos mercados da EFTA. Com um PIB de US$ 1,4 trilhão, o conjunto europeu representa uma importante opção para produtos estratégicos sul-mato-grossenses, uma vez que músculos, soja, celulose e etanol. No primeiro semestre, o estado exportou US$ 5,3 bilhões, valores que tendem a crescer com as novas oportunidades comerciais estabelecidas pelo harmonia.

Para especialistas da dimensão econômica, o harmonia representa uma janela de oportunidades para produtos estratégicos de Mato Grosso do Sul, uma vez que músculos, soja, celulose e etanol. Aproximadamente 99% das exportações brasileiras – agrícolas e industriais – terão aproximação inopino em livre negócio aos mercados da EFTA, logo que o tratado entrar em vigor.

Ex-economista-chefe da Febraban e doutor em Economia pela USP, Roberto Troster avalia que a medida é extremamente positiva para o Brasil e, em peculiar, para Mato Grosso do Sul.

Um jogo de ganha-ganha

“O harmonia prevê eliminação de tarifas em quase a totalidade das linhas comerciais entre os blocos. Isso aumentará muito o negócio, tanto o volume de importações uma vez que o de exportações”, afirma o professor da PUC-SP.

Segundo ele, o tratado melhora o aproximação dos produtos brasileiros ao mercado europeu, permitindo diversificação em meio à retração do mercado norte-americano. “Também é um incitamento à produção com mais valor confederado, porque a União Europeia impõe padrões elevados e isso obriga alguns ajustes cá, principalmente em Mato Grosso do Sul. Ou por outra, baixará custos de importação. Isso significa mais bem-estar.”

No primeiro semestre, Mato Grosso do Sul exportou US$ 5,3 bilhões, principalmente em celulose e soja. Para Troster, o Estado deve ampliar retornos nessas commodities e, ao mesmo tempo, estimular outros negócios, uma vez que o prolongamento do fluxo hidroviário pelo Rio Paraguai, diante da diversificação da taxa exportadora e da expectativa de novos investimentos. “Esse harmonia representa um ganha-ganha para o Brasil, um ganha-ganha para o Mercosul e um ganha-ganha para a União Europeia.”

Para o senador Nelsinho Trad (PSD-MS), o contrato é de extrema relevância para o setor do agronegócio brasílico, incluindo Mato Grosso do Sul, em decorrência da redução de tarifas de exportação. “Cito álcool, etanol, celulose, soja, milho, carnes… muito importante para Mato Grosso do Sul. Vamos facultar porque esse é um progressão significativo para aquele produtor que precisa do negócio exterior para alavancar os seus negócios.”

Peso econômico do conjunto europeu

Com Resultado Interno Bruto de US$ 1,4 trilhão e 14,3 milhões de habitantes, a EFTA ocupa a quarta posição global uma vez que origem de investimentos estrangeiros diretos, reforçando seu papel uma vez que mercado prioritário para ampliar a integração internacional do Brasil, segundo a Confederação Pátrio da Indústria (CNI).

Em 2024, o conjunto se tornou o segundo maior rumo das exportações brasileiras na Europa, ultrapassando o Reino Uno. Para a CNI, esse harmonia traz novas oportunidades para aumentar os investimentos e a presença “dos nossos produtos no negócio internacional, sobretudo porque oferece melhores condições de aproximação a mercados relevantes e com grande poder de consumo.”

De harmonia com a entidade, a fluente de negócio entre Brasil e EFTA cresceu 36,7% na última dez. Em 2023, os investimentos bilaterais bateram recorde: US$ 46,2 bilhões da EFTA no Brasil e US$ 11,7 bilhões do Brasil na EFTA.

Entre os benefícios previstos estão a eliminação de tarifas de importação para a indústria, regras de certificação de origem mais flexíveis, redução de barreiras técnicas e proteção de propriedade intelectual, incluindo indicações geográficas. Conforme a CNI, o capítulo 2 do Congraçamento Mercosul-EFTA estabelece um compromisso abrangente de liberalização tarifária no negócio de bens. Para o Brasil, isso significa que muro de 99% das exportações agrícolas e industriais terão livre aproximação aos mercados europeus do conjunto, reforça a entidade.

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