Paciente, que está internado no Hospital Cassems de Campo Grande, realiza 13º transplante de medula óssea
O dia começou com duas boas surpresas para o três-lagoense José Carlos da Silva, 61 anos, internado no Hospital Cassems de Campo Grande A primeira delas foi a visitante da família e a visitante tornou-se ainda mais próprio com a segunda boa notícia do dia: a confirmação da ‘pega da medula óssea’.
Na prática, significa que o Transplante de Medula Óssea foi muito sucedido. Mas até receber a notícia, José Carlos, passou por tratamento em Três Lagoas e recebeu encaminhamento para ser atendido no Hospital Cassems de Campo Grande.
“Eu sentia muitas e muitas dores nas costas, estava tratando e pediram para fazer um examinação. Assim, recebi o diagnóstico de cancro. Passei por quimioterapia e agora pelo transplante. Graças a Deus, deu tudo evidente”, conta feliz ao receber a notícia depois de ser surpreendido pela visitante da filha e da esposa. José Carlos conta ainda que a impaciência agora é para rever os netos.
Sem esconder o sorriso, a beneficiária da Cassems, Sueli Vargas da Silva, comemorava a notícia de sucesso do transplante do marido. “Eu vou te falar, estou sentindo uma felicidade imensa, sabia? Porque não foi fácil passar por esse procedimento todo, mas graças ao atendimento de primeira qualidade o tratamento dele está supimpa. Eu nunca tinha visto um atendimento desse, estou impressionada”, afirmou.
Quem também estava com o coração transbordando de alegria era a filha do par, Silmara Vargas da Silva. “Meu coração está referto de alegria, de gratidão a Deus, por ter proporcionado meu pai ter essa oportunidade de ter esse transplante e de uma vida novidade, porque o sofrimento que ele estava passando só nós da família que sabemos. E ver que ele teve essa oportunidade, graças a Deus, tinha um projecto que cobriu todo o tratamento, portanto assim, foi incrível. E toda a atenção, todo o zelo que ele teve cá, me surpreendeu mesmo, foi além das minhas expectativas e estou pronta para levar ele para lar”, comemora.
O transplante
O procedimento de subida complicação pelo qual o beneficiário da Cassems foi submetido é o autólogo, em que as próprias células-tronco do paciente são coletadas, congeladas e, posteriormente, reinfundidas em seguida altas doses de quimioterapia e/ou radioterapia.
Segundo o médico oncologista, Renato Yamada, o paciente está internado há um mês para o tratamento do mieloma múltiplo (um tipo de cancro), e o transplante marca a última temporada do tratamento. “O José Carlos recebeu o diagnóstico de um mieloma múltipla, que é um cancro das células do sangue. Ele passou por quimioterapia e quando teve condições fez o transplante de medula óssea e foi um sucesso”.
O médico comenta ainda sobre a alegria de poder dar essa notícia de vitória tanto para o paciente quanto para sua família. “Nós, porquê equipe, porquê o hospital porquê um todo, porque o transplante de medula nunca é feito por uma pessoa só, estamos muito felizes com essa notícia. Estou feliz de poder falar em nome da equipe, porque o transplante depende de estrutura hospitalar. Portanto, é um conjunto de forças para o serviço dar evidente. E hoje, a gente é um serviço de primazia, de sucesso e eu estou muito orgulhoso disso”, afirma Yamada.
A partir da pega da medula, o tratamento continua e os cuidados pós-transplante passam a ser seguidos porquê, por exemplo, ser novamente vacinado. “É porquê se fosse uma garoto, ele perde todas as vacinas, portanto, ele vai precisar revacinar. E também tomar zelo com a aglomeração, o tipo de comida que ele vai manducar, para não decorrer risco”, comenta.
Consolidação da subida complicação
O Hospital Cassems de Campo Grande é o primeiro do Mato Grosso do Sul autorizado a realizar transplante de medula óssea. Desde que iniciou os procedimentos já foram realizados 13 transplantes. O primeiro procedimento de subida complicação ocorreu em 10 de agosto de 2022. Com isso, se tornou o 11º estado do Brasil autorizado a fazer esse tipo de transplante.





























